sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

IJC divulga lista de selecionados do Camutuê

O Instituto de Juventude Contemporânea (IJC) divulga a lista de selecionados para o “Camutuê – Comunicação Livre de Racismo”, curso de raça e etnia para profissionais da comunicação.

O IJC recebeu mais de 120 inscrições de profissionais e estudantes de diversos empresas e universidades do Ceará.

As inscrições ocorreram entre novembro e dezembro de 2011 e ao todo foram 50 pessoas selecionadas. O critério de seleção foi prioritariamente voltado para profissionais e pessoas negras, sendo ainda abertas 10 vagas adicionais. Os selecionados são formados 75% de negros (pretos e pardos) e 60% de profissionais.

O IJC agradece a todos os inscritos e parabeniza em especial todos os aprovados e fará contato com os selecionados por e-mail e telefone para formalizar a aprovação. Silvia Maria Vieira dos Santos, consultora do projeto, acredita na singularidade da formação proposta: “É o primeiro curso desta natureza no Ceará. Através do mesmo, queremos atuar na formação complementar de profissionais da comunicação, que é quase inexistente, ao passo que preparamos esse povo para a promoção da igualdade racial na mídia, um dos universos que mais criminaliza e repudia a população negra”, explica.

O Camutuê será realizado entre janeiro e junho de 2012. Para maiores informações sobre todas as atividades do curso, basta acessar o blog do projeto ou enviar email para camutue@ijc.org.br.

Confira os selecionados:
1.    Nádia Maria Ferreira de Sousa  
2.    Aline de Farias Pedrosa
3.    Jocastra Holanda Bezerra
4.    Gabriele de Oliveira Souza
5.    Yara Lucia Marcolino
6.    Maria Evilene de Sousa Abreu
7.    Ludigardo Oliveira da Silva
8.    Helton Oliveira da Silva
9.    Mayra Pontes Coutinho
10. Roberto Cesar Vieira
11. Ingrid Pereira de Freitas
12. Ana Karolina Cavalcante Assunção
13. Francisca Marleide do Nascimento
14. Alcindo Ferreira Costa
15. Diego David Lemos de Sousa
16. Kelly Pereira da Silva
17. Tatiana Aparecida Félix
18. Francisco josé de lima
19. Emanuel Nascimento dos Santos
20. Daniel Galber da Silva
21. Marilena Ferreira Lima
22. Francisco Salvino Lobo
23. Jackceline de Carvalho
24. Maria Márcia Brandão de Andrade
25. Josemar Argollo F. de Menezes
26. Samaisa dos Anjos Xavier Henrique
27. Germana Cleia da Silva
28. Maria Rosylene Vieira Magalhães
29. Samira de Castro Cunha
30. Déborah  Christina Marques Ferreira Lima
31. Rubéns Lopes dos Santos
32. Abiglacy Rodrigues Ferreira
33. Alan Regis Dantas
34. Danilo Cézar Castro Lima
35. Vandecy da Silva Dourado
36. Maura Regina dos Santos Nascimento
37. Rosemberg domingos de assis
38. Leonardo Bezerra Luciano
39. Fernando Moreira Falcão Neto
40. Antonio Dhennis Maia Rogério
41. Francisca Renata Paiva de Paula
42. Andy Monroy Osorio
43. Cristiane Alves Costa Rodrigues
44. Labelle Paul/ Daniel Paulo Silva
45. Rosa da Conceição Nascimento
46. Juliana Cristina R. S. Holanda
47. Darckson de lima silva
48. Luis Thiago da Silva Silveira
49. Juliana Gomes de Brito
50. Regis Alves Pires

Comunicação IJC

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Fotos do Lançamento do Camutuê

















Debate e festa marcam lançamento do projeto Camutuê - Comunicação Livre de Racismo

Em evento realizado na última quinta-feira (24), no auditório do Sindicato dos Docentes das Universidades Federais do Estado do Ceará (ADUFC), foi lançado o curso de raça e etnia para profissionais da comunicação "Camutuê - Comunicação Livre de racismo". A atividade contou com palestra do cineasta Émerson Déo Cardoso, realizador do curta metragem "Podem me chamar de Nadí", que trata dos desafios enfrentados por uma menina negra na infância, e com o lançamento da história em quadrinhos "Procura-se Mombaça", da professora Silvia Maria Vieira dos Santos.


O curso tem o objetivo de formar 40 profissionais da comunicação, entre eles, jornalistas, publicitários, radialistas, relações públicas, comunicadores populares e estudantes de comunicação social para a temática raça e etnia e, através de parceria com a Universidade Estadual do Ceará (UECE), oferecerá certificação na modalidade extensão universitária. As formações do projeto serão realizadas em 10 encontros formativos quinzenais e em um seminário, por período de seis meses (entre janeiro e junho de 2012).



O evento foi seguido de coquetel e show de Philipe e Banda.



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sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Negros recebem quase 40% menos por hora de trabalho, diz pesquisa

Os negros, parcela da população que inclui pretos e pardos, recebem por hora, em média, 60,4% do pago às demais camadas populacionais. Essa é uma das conclusões do estudo divulgado nesta quinta-feira 17 pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) e pela Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados (Seade). A pesquisa Negros no Mercado de Trabalho da Região Metropolitana de São Paulo mostra que um negro ganha, em média, 5,81 reais por hora trabalhada, contra 9,62 reais pagos a outros trabalhadores.

O principal motivo dessa desigualdade, segundo o estudo, é que a inserção dos negros no mercado de trabalho ocorre principalmente nas ocupações menos especializadas e pior remuneradas. Em 2010, 10,8% da população negra economicamente ativa trabalhavam como empregados domésticos. Entre a população que se declara branca e amarela, essa proporção é 5,7%.

Na construção civil, estavam empregados 8,8% dos negros inseridos no mercado de trabalho e 5% dos não negros. Segundo o estudo, esses setores são exatamente aqueles em que predominam postos de trabalho com menos exigências de qualificação profissional, menor remuneração e relações de trabalho mais precárias. “Por isso, menos valorizados socialmente”.

O serviço público absorve uma proporção maior de ocupados não negros (8,4%) do que de negros (6,2%). O fato de ser uma carreira que requer a aprovação em concurso público mostra, de acordo com a pesquisa, a falta de acesso dos negros ao ensino de qualidade.

A diferença também é grande no grupo que incluiu desde profissionais autônomos de nível universitário até donos de negócios familiares. O percentual de negros ocupados nessas atividades é 3,9%, contra 9% entre os não negros. “Dispor de riqueza acumulada que permita montar um negócio ou ter nível superior de escolaridade provavelmente são os fatores que explicam a exclusão de grande parte dos negros.”

Fonte: Agência Brasil (Reportagem de Daniel Mello)

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quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Lançamento do Camutuê debaterá Relações raciais na mídia e apresentará história em quadrinhos

Os processos comunicacionais e as relações raciais praticadas na mídia brasileira são objetos de debate do lançamento do Curso de raça e etnia para profissionais da comunicação "Camutuê - Comunicação Livre de racismo". O evento acontece no dia 24 de Novembro, às 18h30, no auditório do Sindicato dos Docentes das Universidades Federais do Estado do Ceará (ADUFC) – Av. da Universidade, 2346, Benfica –, com palestra do pesquisador Júlio Cesar Tavares, Doutor em Antropologia e professor da Universidade Federal Fluminense (UFF), e lançamento da história em quadrinhos "Procura-se Mombaça", da professora Silvia Maria Vieira dos Santos.

O curso tem o objetivo de formar 40 profissionais da comunicação, entre eles, jornalistas, publicitários, radialistas, relações públicas, comunicadores populares e estudantes de comunicação social para a temática raça e etnia e, através de parceria com a Universidade Estadual do Ceará – UECE, oferecerá certificação na modalidade extensão universitária. As formações do projeto serão realizadas em 10 encontros formativos quinzenais e em um seminário, por período de 6 meses (entre janeiro e junho de 2012).

O convidado para o lançamento, o professor e pesquisador Júlio Cesar Tavares, Doutor em Antropologia pela Universidade de Austin – Texas e professor do Programa de Pós-Graduação em Comunicação da Universidade Federal Fluminense (UFF), desenvolve pesquisa sobre Mídia e Etnicidade e no evento apresentará a palestra “Comunicação Livre de Racismo”. O pesquisador fala que existem três formas predominantes de representações estereotipadas da população afro-descendente na mídia brasileira, sendo elas a imagem do negro passivo, sexualizado ou figura religiosa; a segunda, relacionada à violência, criminalidade, revolta e marginalidade e a terceira, e mais atual, como sujeito solitário que habita um universo essencialmente branco, "perdidamente 'encaixado' num ideário embranquecido", completa o professor. O pesquisador entende que "a estigmatização a que foi submetida a população afro-descendente no Brasil foi fundamentalmente importante para legitimar sua exclusão midiática, que, em termos mais amplos, significaria invisibilidade e não-reconhecimento, já que reconhecemos os meios, veículos e tecnologias de comunicação como as únicas esferas capazes, hoje, de possibilitar reconhecimento e, por extensão, visibilidade", afirma Tavares.

O Camutuê é uma iniciativa da ONG Instituto de Juventude Contemporânea (IJC), com financiamento do Plano de Ação Conjunto Brasil-Estados Unidos para a Promoção da Igualdade Racial e Étnica – JAPER (em inglês), fruto da parceria da Brazil Foundation com a Embaixada dos Estados Unidos no Brasil, e conta com o apoio do Sindicato dos Docentes das Universidades Federais do Ceará (Adufc), da Coordenadoria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial e da Secretaria de Cultura de Fortaleza, da Coordenadoria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial do Estado do Ceará, da Universidade Federal do Ceará (UFC), do Sindicato dos Jornalistas Profissionais no Estado do Ceará (Sindjorce), do Canal Futura, da Federação Nacional dos Jornalistas (FENAJ) e da Associação Cearense de Imprensa (ACI).

“Procura-se Mombaça”:
O IJC lançará também história em quadrinhos fruto das experiências com a dissertação de mestrado “Africanidades e Juventudes: tecendo conceitos numa pesquisa sociopoética”, escrita pela professora de História, especialista em juventude e mestre em Educação Brasileira pela Universidade Federal do Ceará (UFC), Sílvia Maria Vieira dos Santos.

O texto, publicação oficial do projeto Odara, que trabalhou ações afirmativas e prevenção em seis escolas da rede estadual de ensino do Ceará, é uma aventura criada a partir das discussões sobre relações étnico-raciais com jovens ligados ao candomblé e integrantes do movimento negro. Na publicação, acompanhamos a trajetória dos jovens Luanda e Zé, que, vitimas de preconceito racial, descobrem suas matrizes culturais africana, numa viagem mágica. "A história que apresentamos reflete o mergulho na estética negra, a partir do momento que vê que ser negro não é ser diferente e que valores de diferenciação negativa entre raças podem ser quebrados a partir de um processo de ressignificação da imagem do negro", afirma a autora, Silvia Maria. A publicação será distribuída gratuitamente para os presentes no evento.

Inscrições:
Profissionais de comunicação têm até 13 de dezembro para inscrever-se no curso "Camutuê – Comunicação Livre de Racismo". Para participar, basta preencher formulário eletrônico disponível no blog: www.camutue.blogspot.com e aguardar resultado de seleção, previsto para 16 de dezembro.

Serviço:
Lançamento do "Camutuê - Comunicação LIvre de racismo"
Palestra com o professor Júlio Cesar Tavares (UFF)
Dia 24/11 (quinta-feira)
Horário: 18h30
Local: Auditório da Adufc. Avenida da Universidade, 2346. Entrada gratuita.

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terça-feira, 1 de novembro de 2011

IJC abre inscrições do projeto Camutuê - Comunicação Livre de Racismo

Curso de extensão formará 40 profissionais da comunicação em raça e etnia

Jornalistas, publicitários, radialistas, relações públicas, comunicadores populares e estudantes de comunicação social tem até 13 de dezembro para inscrever-se no curso "Camutuê – Comunicação Livre de Racismo", que tem o objetivo de formar 40 profissionais da comunicação para a temática raça e etnia.

O Através de parceria com a Universidade Estadual do Ceará – UECE, os participantes do curso serão certificados na modalidade extensão universitária. O Camutuê foi selecionado pelo edital do Plano de Ação Conjunto Brasil - Estados Unidos para a Promoção da Igualdade Racial e Étnica – JAPER, fruto da parceria da Brazil Foundation com a Embaixada dos Estados Unidos no Brasil. Também são parceiros do projeto a Coordenadoria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial e a Secretaria de Cultura de Fortaleza, a Coordenadoria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial do Estado do Ceará, a Universidade Federal do Ceará (UFC), o Sindicato dos Jornalistas Profissionais no Estado do Ceará (Sindjorce), o Sindicato dos Docentes das Universidades Federais do Estado do Ceará (ADUFC), o Canal Futura, a Federação Nacional dos Jornalistas (FENAJ) e a Associação Cearense de Imprensa (ACI).

Quando vai ser?

O lançamento será realizado no dia 24 de novembro, no auditório da ADUFC, com a presença do pesquisador Júlio Cesar Tavares, da Universaidade Federal Fluminense (UFF). Já o curso, é constituído de 10 encontros formativos quinzenais e um seminário, com duração de 6 meses (entre janeiro e junho de 2012), que oportunizam a troca de experiências e metodologias, provocando a reflexão coletiva das questões étnico-raciais. As formações acontecerão no Vila das Artes, equipamento cultural da Prefeitura Municipal de Fortaleza, vinculado à Secretaria de Cultura de Fortaleza (Secultfor), situado na Rua 24 de Maio, 1221, Centro.

Como participar?

Para participar, você pode se inscrever de duas formas, através de formulário eletrônico disponível no nosso site e blog: http://www.ijc.org.br/ / http://www.camutue.blogspot.com/.


Serviço:

Inscrições: até 13/12/2011
Resultado da seleção: 16/12/2011

domingo, 30 de outubro de 2011

UECE certificará o projeto Camutuê como curso de extensão universitária

A Pró-Reitoria de Extensão da Universidade Estadual do Ceará (PROEX) fechou parceria com Instituto de Juventude Contemporânea (IJC) para a certificação do projeto Camutuê – Comunicação Livre de Racismo como curso de extensão universitária. A Pró-Reitora de Extensão, Profa. Ms. Celina Magalhães Ellery, garantiu o apoio da UECE ao projeto, que contará com a participação do Laboratório de Direitos Humanos (LabVida), que intermediou a parceira através da Professora Zelma Madeira.

O objetivo do projeto é incentivar a formação de profissionais da comunicação para a temática raça e etnia, através de um curso de 100 horas, que receberá inscrições durante todo o mês novembro de 2011, mês da Igualdade Racial, alusivo ao 20 de Novembro, Dia da Consciência Negra.
O lançamento do Projeto Camutuê será no dia 24 de novembro, às 18h30, na sede do Sindicato dos Docentes das Universidades Federais do Estado do Ceará (ADUFC) – Av. da Universidade, 2346, Benfica – com a presença do pesquisador Júlio Cesar Tavares, Doutor em Antropologia, pela Universidade de Austin – Texas, professor do Programa de Pós-Graduação em Comunicação (nível Mestrado e Doutorado) da Universidade Federal Fluminense (UFF). Júlio Cesar desenvolve pesquisa sobre Mídia e Etnicidade e no lançamento apresentará a palestra “Comunicação Livre de Racismo”.

O projeto é constituído de 10 encontros formativos quinzenais, que oportunizam a troca de experiências e metodologias, provocando a reflexão coletiva das questões étnico-raciais, com carga horária de 100 horas-aula para 40 profissionais e estudantes de comunicação, com duração de 05 meses. As formações acontecerão no Vila das Artes, equipamento cultural da Prefeitura Municipal de Fortaleza, vinculado à Secretaria de Cultura de Fortaleza (Secultfor), situado na Rua 24 de Maio, 1221, Centro.

Entenda a notícia:
O Camutuê foi selecionado pelo edital do Plano de Ação Conjunto Brasil - Estados Unidos para a Promoção da Igualdade Racial e Étnica – JAPER, fruto da parceria da Brazil Foundation com a Embaixada dos Estados Unidos no Brasil. São parceiros também a Coordenadoria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial e a Secretaria de Cultura de Fortaleza, a Coordenadoria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial do Estado do Ceará, a Universidade Federal do Ceará (UFC), o Sindicato dos Jornalistas Profissionais no Estado do Ceará (Sindjorce), o Canal Futura, a Federação Nacional dos Jornalistas (FENAJ) e a Associação Cearense de Imprensa (ACI).

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IJC prepara o projeto Camutuê – Comunicação Livre de Racismo

O Instituto de Juventude Contemporânea - IJC iniciou os preparativos para o Camutuê – Comunicação Livre de Racismo. O objetivo do projeto é incentivar a formação de profissionais da comunicação para a temática raça e etnia, através de um curso de 100 horas, que receberá inscrições a partir de outubro de 2011 e que tem lançamento previsto para 24 de novembro.

O projeto foi selecionado pelo edital do Plano de Ação Conjunto Brasil - Estados Unidos para a Promoção da Igualdade Racial e Étnica – JAPER, fruto da parceria da Brazil Foundation com a Embaixada dos Estados Unidos no Brasil. A equipe do Camutuê trabalha na definição dos facilitadores e no estabelecimento de parcerias para o fortalecimento do curso. Parceiros já definidos do projeto são a Coordenadoria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial e a Secretaria de Cultura de Fortaleza, a Coordenadoria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial do Estado do Ceará, a Universidade Estadual do Ceará, a Universidade Federal do Ceará (UFC), o Sindicato dos Jornalistas Profissionais no Estado do Ceará (Sindjorce), o Canal Futura, a Federação Nacional dos Jornalistas (FENAJ) e a Associação Cearense de Imprensa (ACI). O curso também receberá apoio do Sistema Verdes Mares, do Grupo O Povo de Comunicação, do Jornal O Estado, da Câmara Municipal de Fortaleza, do Sistema Jangadeiro de Comunicação, da TV Ceará, da Assessoria de Imprensa do Governo do Estado do Ceará e da Assessoria de Imprensa da Assembléia Legislativa do Estado do Ceará. O projeto ainda será apresentado às assessorias e agências que se organizam em Fortaleza, tais como a Assessoria de Imprensa da Coelce, a Agência Mota Comunicação, a Agência Bolero Criações, a Agência EBM Novo Tempo Propaganda e a Agência Blume Comunicação que já foram contactadas.
O projeto é constituído de 10 encontros formativos quinzenais, que oportunizam a troca de experiências e metodologias, provocando a reflexão coletiva das questões étnico-raciais, com carga horária de 100 horas-aula para 40 profissionais e estudantes de comunicação.

O pesquisador Júlio Cesar Tavares é o convidado do lançamento

O pesquisador Júlio Cesar Tavares, Doutor em Antropologia, pela Universidade de Austin – Texas, professor do Programa de Pós-Graduação em Comunicação (nível Mestrado e Doutorado) da Universidade Federal Fluminense (UFF) é o convidado da abertura solene do Camutuê, prevista para a noite da quinta-feira, dia 24 de novembro. Júlio Cesar desenvolve pesquisa sobre Mídia e Etnicidade e no lançamento apresentará a palestra “Comunicação Livre de Racismo”.

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sexta-feira, 29 de julho de 2011

IJC aprova projeto em edital da Brazil Foundation

O projeto Camutuê, do Instituto de Juventude Contemporânea (IJC), foi selecionado pelo edital do Plano de Ação Conjunto Brasil - Estados Unidos para a Promoção da Igualdade Racial e Étnica – JAPER, fruto da parceria da Brazil Foundation com a Embaixada dos Estados Unidos no Brasil.

A ONG cearense ficou entre os 12 projetos escolhidos. A proposta do projeto aprovado é contribuir para a promoção da história e cultura afro-brasileira e africana, práticas antirracistas e direitos humanos junto a profissionais da comunicação, para que estes possam incorporar a dimensão étnico-racial na sua formação profissional. O Camutuê – uma das definições para cabeça e comunicação em Iorubá – quer trazer para a comunicação os avanços que a Lei n.º 10.639/2003 trouxe para a educação, que determina a obrigatoriedade do ensino da história e da cultura afro-brasileira nas escolas.

O JAPER é um Plano de Ação Conjunto entre Brasil e Estados Unidos, assinado por ambos os países em março de 2008, para a Promoção da Igualdade Racial e Étnica no Brasil. O Edital para o Programa de Pequenas Doações do JAPER foi lançado oficialmente em novembro de 2010, apresentando três linhas de apoio: Educação voltada à promoção da igualdade racial; Acesso à justiça e Promoção da equidade étnica e racial na mídia.

A previsão para o início do projeto é agosto de 2011. Segundo o Coordenador de Gestão do IJC, a formação proposta contribuirá para uma reparação histórica, pois a mídia brasileira, quando não incorre na negação, sub-representa o negro no Brasil segundo ele. “Pretendemos trabalhar a dissolução do racismo velado e promover nos meios de comunicação, por meio da formação oferecida aos profissionais da área, a diversidade etnico-racial. Queremos, como na Constituição, no artigo da Comunicação Social, representar a diversidade que forma a nossa população, discutindo especialmente a promoção da história e a cultura afro-brasileira e africana, além do estímulo às ações afirmativas nos produtos comunicacionais”, completa Rafael.

O projeto desenvolvido com o Sindicato dos Jornalistas Profissionais no Estado do Ceará (Sindjorce) e com o apoio da Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj).

Fonte da Imgem: Blog Saúde Negra

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